Rompiendo Cabezas :)

Eis o melhor e o pior de mim . Esse é o meu termômetro, o meu quilate . Vem, cara, me retrate. Não é impossível, eu não sou difícil de ler . Faça sua parte, eu sou daqui, eu não sou de Marte ! Vem, cara, me repara . Não vê ? Tá na cara : Sou porta bandeira de mim. Só não se perca ao entrar no meu infinito particular . Em alguns instantes sou pequenina e também gigante . Vem, cara, se declara. O mundo é portátil pra quem não tem nada a esconder .. Olha minha cara: É só mistério, não tem segredo . Vem cá, não tenha medo, a água é potável, daqui você pode beber.. 'Rompiendo Cabezas' é o nome que se atribui ao “Quebra – Cabeças”, na língua latina. Ou, quem sabe, para aqueles que vêem além das palavras, é o ato de decodificar algumas dessas cabeças. Porque se este Tumblr existe, é para isso mesmo. Não me importo com quantidades de seguidores, reply’s ou notes. Estou aqui para expressar aquilo que penso, sinto e falo . quero mostrar um minimamente, que seja, coisa que aprendi e aprendo,todos os dias; pois mesmo que algumas pessoas achem que para uma garota de 18 anos, aquariana, viciada em livros&escrever isso não significa nada, para mim significa muito. Aliás, sou adepta da frase : “Uma palavra vale mais que mil imagens” , e é exatamente isso que quero mostrar aqui : A magia das palavras. Se você gostou, agradeço por seguir, dar uma reply ou um note :) .
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Abraçou-a em silêncio. Ela queria o mundo. Ele, raízes. Ela viu  maravilhas, sentiu tristezas, amou muito. Com os anos, sua mochila foi  ficando pesada. Não pelo acúmulo do que vivera, mas porque a bagagem que  trouxera era maior do que imaginava. Num domingo azul, apareceu no  desembarque. Estava grisalha, o rosto marcado por mil povos e a alma em  paz. Ele a esperava, de mãos dadas com o filho e a esposa. E, em  silêncio, abraçou-a. (Leonardo Sakamoto)

Abraçou-a em silêncio. Ela queria o mundo. Ele, raízes. Ela viu maravilhas, sentiu tristezas, amou muito. Com os anos, sua mochila foi ficando pesada. Não pelo acúmulo do que vivera, mas porque a bagagem que trouxera era maior do que imaginava. Num domingo azul, apareceu no desembarque. Estava grisalha, o rosto marcado por mil povos e a alma em paz. Ele a esperava, de mãos dadas com o filho e a esposa. E, em silêncio, abraçou-a. (Leonardo Sakamoto)

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